Fichas Técnicas‎ > ‎Peixes‎ > ‎Peixes de água doce‎ > ‎

Jumbos e Peixes Primitivos

Polypterus Senegalus

postado em 20/01/2013 14:02 por Hugo Ramos   [ atualizado em 05/02/2014 16:32 por Luciano Navarro ]

Bichir-de-cuvier, bichir-de-senegal e bichir-cinza são nomes vulgares do Polypterus senegalus senegalus, por vezes também chamado de enguia dinossauro, embora não tenha nenhum parentesco com os anguiliformes.

É uma subespécie de peixe prototípica de Polypterus, o que significa que mantém todas as características do gênero.
 
 
O corpo é longo e aproximadamente cilíndrico. A serrada nadadeira dorsal bem longa se encontra com a nadadeira caudal. As nadadeiras peitorais nascem imediatamente atrás e por baixo das aberturas branquiais e são os principais meios de locomoção, dando-lhe uma graciosa aparência. P. senegalus senegalus pode medir até 35,5 cm.

A cabeça é pequena e parecida com a de um lagarto, com uma boca grande e pequenos olhos de cada lado. Dado que a sua visão é pobre, o bichir caça por olfato e, por isso, suas narinas protrudem da cabeça.

A modificada bexiga natatória serve como "pulmão", permitindo ao peixe periodicamente engolir ar da superfície da água. Num aquário podem se observar bichires subindo até à superfície para esse fim. Desde que a pele se mantenha úmida, o bichir pode permanecer fora da água por períodos de tempo indeterminados.

Sexo: O dimorfismo sexual está nas nadadeiras anais: bichires machos possuem a nadadeira anal maior que as fêmeas; no entanto, isto só aparece em machos maduros. Os machos também parecem ter espinhos dorsais mais espessos que as fêmeas, apesar de normalmente as fêmeas tenderem a ser maiores que os machos.

Cativeiro: Bichires são predadores de peixes e, em cativeiro, podem comer qualquer animal que caiba nas suas bocas, ou que possa ser partido em pedaços de tamanho adequado. A única coisa que evita que um bichir esvazie um aquário de outros peixes é a sua pouca velocidade; as nadadeiras peitorais são apropriadas para baixa velocidade e, apesar do bichir poder ter movimentos rápidos, não consegue caçar peixes com uma velocidade média. No entanto, é necessário acautelar-se pois, ao fim de algum tempo, qualquer peixe que caiba na boca do bichir será comido. Não é, portanto, recomendável manter bichires com peixes menores que 10 cm.

Bichires necessitam de muito espaço; a altura do tanque não é importante mas, como esta espécie pode crescer mais de 30 cm, cada peixe deve ter um espaço correspondente a uma capacidade de pelo menos 160 litros. Tem que haver uma bolsa de ar no tanque, para o bichir poder respirar. Bichires são artistas em escapar e, se o aquário não tiver uma tampa segura, os peixes podem escapar e movimentar-se para longe do aquário, antes de secarem e morrerem.

Bichires podem aceitar comida seca, como flocos de camarão e ocasionalmente comida para ciclídeos. Eles podem aceitar minhocas e outras comidas congeladas.

Nome Popular: Bichir do Senegal, senegalus, poly, bichir cinza , dragão africano

Nome Científico: Polypterus senegalus senegalus
Outros Nomes: Bichir de cuvier, Dinossaur eel (ing)
Família: Polypteridae
Origem: África, oeste e central, bacia do Nilo e afluentes
pH: 6.0 a 8.0
Dureza: 5 a 19
Temperatura: 24° a 30°
Tamanho adulto: 50 cm (comum 30 cm)
Sociabilidade: Sozinho ou grupo (excelente com outras espécies); predador.

Manutenção: Fácil

Fonte : Fórumaquario, Aquaflux, Wikpedia

Aruanã

postado em 18/01/2013 19:50 por Hugo Ramos   [ atualizado em 20/01/2013 09:50 por Paulo Mariano ]

Aruanãs são peixes de água doce da família Osteoglossidae, muitas vezes conhecidos como língua-de-osso. Nesta família de peixes, a cabeça é ossuda e o corpo largo é coberto por escamas enormes, formando um padrão de mosaico. As espinhas dorsal e anal possuem leves raios e são longos, enquanto as peitorais e ventrais são pequenas. O nome língua-de-osso é derivado de um osso dental na parede da boca, a "língua", equipada com dentes que mordem contra os outros no céu da boca. Os peixes podem obter oxigênio pelo ar sugando até o saco de gás, que é alinhado com capilaridades como tecido. O pirarucu é obrigado a respirar ar.

 
No aquário Aruanãs tendem a formar cardumes de 5 ou oito ; infelizmente tendem a mostrar excesso de dominância e agressão. coloque os peixes num aquário mínimo de 750 litros (240 galões) para o peixe com boa filtração, e mais 100 para colocar outras espécies (Devido ao seu tamanho o pirarucu não é recomendado para aquários menores de 10.000 lts). Tal peixe não é recomendado para hobbistas amadores. São compatíveis com peixes como peixes faca palhaços, pacus, oscars, plecostomus, Ciclídeos Jaguar, green terrors, gars e outros peixes semi-agressivos que (é claro!) não caibam na boca do aruanã.

Espécies australianas devem ser mantidas sozinhas no aquário.

Origem: ásia, oceania, américa do sul
Comprimento máximo: 120cm
Reprodução: desovam no substrato, o macho guarda os ovos e filhotes na boca
PH: 6,8 a 7,2
Temperatura: 26ºC a 28ºC
Aquário: muito grande com plantas, pedras, troncos, areia, sem nada pontiagudo, nem que impessa o peixe de nadar em toda a superfície do aquário.
Comportamento: dependendo da espécie:
- Sul americanos: pacíficos, predadores
- Asiáticos e da oceania: predadores, podem molestar outras espécies
 
 
 
Fontes: Wikipédia livre  

Oscar

postado em 15/07/2012 11:56 por Usuário desconhecido   [ atualizado em 23/07/2012 17:47 por Aquáticos Ssa ]

Nome popular:
Oscar / Apaiari

Nome científico: Astronotus Ocellatus

Família: Cichlidae (Ciclídeo)

Origem: América do Sul

Sociabilidade: Agressivo. Sozinho / Casal.

PH: 6.5 a 7.5

Temperatura: 21ºc a 29ºc

Tamanho adulto: 35cm 

Alimentação: Onívoro. Aceita bem ração.

Dimorfismo Sexual: Não há.

Comportamento: Mantê-lo com peixes do seu tamanho ou ligeiramente menores.

Reprodução: Ovíparo. 

Tamanho mínimo do aquário: 200L

1-3 of 3